Houve alguns convites e quase nenhum ânimo. Para piorar, uma
dor de garganta me incomodava desde as primeiras horas da manhã, do último dia
do ano (eram umas 10h quando acordei e me dei conta disso). O ânimo que já era
pouco se tornou nulo.
Certo. Iria passar a virada de ano em casa, fazendo qualquer
coisa que tivesse vontade. Foi ai que surgiram as preocupações. Não tinha
calcinha nova com a cor que representasse o que eu supostamente já deveria ter
escolhido para 2012. Não tinha bebida para brindar o Ano Novo. Não tinha o que
estar fazendo na hora da virada, para representar o que eu estaria escolhendo
fazer pelos próximos 366 dias (sim, é ano bissexto). E agora?
Tinha o show da virada, os livros, o sono e qualquer outro
programa da TV. Qual dessas coisas eu gostaria de estar fazendo para perpetuar
por 12 meses? Foi ai que voltei para o mundo real e me dei conta de que se as
coisas realmente forem assim, eu preciso estar disposta para passar o resto do
ano com uma leve e perturbadora dor de garganta.
Tudo certo. Fiz o que faço geralmente em dias de tédio.
Longos passeios pelas redes sociais regados por inúteis F5. Uma olhadinha
rápida em dois ou três portais de notícia e uma tentativa (dessa vez, bem mais
sucedida) de escrever uma lista de coisas que pretendo fazer em 2012.
Enquanto assistia a ‘Uma noite no museu 2’, fiquei pensando
que estava destinando a minha vida a se tornar fantasia mais uma vez. Caso
vocês não saibam, eu nasci em Wonderland, no país onde as pessoas são
extremamente imaginativas e elaboram histórias que sempre (ou quase sempre) são
fruto de uma fuga passageira que leva a um aprendizado no mundo real.
Nem liguei. Wonderland não parece ser assim tão ruim e já
estava decidido que esse tipo de superstição não iria me afetar, e não vai.
Enfim, sobrevivi ao Réveillon passado em casa e, pela
primeira vez em tempos, a passagem do dia 31 para o dia 1° foi o que eu sempre
quis que fosse: a passagem de um dia para o outro. A simbologia fica para que
gosta.
E ah, só para constar, o ano já começou correndo e para
variar, com chuva.
Faltou dizer a cor da calcinha! #Brinks
ResponderExcluirNão é dos piores programas passar o reveillon em casa. Eu também passei em casa, quase como se fosse uma passada de um dia para outro qualquer.
Reveillon nunca foi o forte na minha cidade e com chuva a festa fica ainda pior...
E, só para constar também, o ano já começou com o tempo curto neh!? rsrsrs
E, antes que eu me esqueça, pena que o cidadão entrando de férias não está presente no topo do blog mais...
Foi praga minha por não ter aceitado o convite mais legal de todos, o meu ;)
ResponderExcluirEu acho deprimente passar o ano novo em casa; Infelizmente eu sou mto desligado e isso geralmente acontece. Prometi a mim mesmo que vou ver 2013 longe de casa e do show da virada. :D
ResponderExcluirLari querida !!!
ResponderExcluirVc pode ter certeza que 2012 será extremamente especial para vc, estou torcendo muito !!!
Adoro o seu blog, sempre passo por aqui...
Se estiver no face, me add, não quero perder contato.
Beijocas, feliz 2012 !!!